Especialidades
Antes de começar um tratamento, é natural querer saber como ele funciona. Aqui você encontra o que é cada especialidade, para quem é indicada e o que acontece nas sessões.
Se, ao terminar de ler, você ainda não souber por onde começar, isso é comum. Definir a abordagem faz parte da avaliação inicial. Para agendar a primeira consulta, fale comigo no WhatsApp.
atendimentos
Terapia individual + treinamento de habilidades
Modelo estruturado com duração mínima de 6 meses que integra terapia individual, treinamento de habilidades, coaching telefônico e reunião de consultoria para terapeutas.
duração mínima de 6 meses
Modelo estruturado com duração mínima de 6 meses para aprendizado das habilidades de tolerância ao mal-estar, mindfulness, efetividade interpessoal e regulação emocional.
para mães e pais
Encontros só com mãe, pai ou responsável, com base na DBT para adolescentes: validação, o caminho do meio entre ser permissivo demais e rígido demais, e habilidades para atravessar as crises em casa.
sessões semanais
Sessões semanais de psicoterapia individual em abordagem comportamental. Após avaliação inicial é decidido qual a melhor abordagem para o tratamento: DBT, ACT ou FAP.
acolhimento à diversidade
Um olhar terapêutico que acolhe a diversidade e oferece um espaço seguro para elaborar sofrimentos, fortalecer a identidade e construir relações mais autênticas e significativas.
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“O dr Emir é um ótimo profissional, atencioso na escuta, cuidadoso e sabe pontuar sempre com visão técnica. Está sendo transformador na minha vida após iniciarmos o tratamento.”
R. S.
depoimento verificado no Doctoralia
“Dr. Emir é muito atencioso e compreensivo, fez com que eu me sentisse melhor e mais tranquila sobre algumas angústias já no começo só pela recepção!”
L. L.
depoimento verificado no Doctoralia
“Sempre pontual e atende em um ótimo consultório. Sobre o atendimento, demonstra real interesse na lida com o paciente, sempre muito acolhedor, empático e didático em suas observações.”
T. J.
depoimento verificado no Doctoralia
“Como pessoa LGBTQIA+, sinto que ele compreende minhas necessidades e perspectivas, de forma empática e respeitosa, o que facilita muito o processo terapêutico.”
W. C.
depoimento verificado no Doctoralia
DBT
A DBT foi criada pela psicóloga Marsha Linehan, a princípio para tratar o Transtorno de Personalidade Borderline. Hoje também é usada em outros quadros em que a desregulação emocional atravessa o diagnóstico.
A DBT parte do seguinte pressuposto: a pessoa está fazendo o melhor que pode e, mesmo assim, precisa aprender a fazer diferente nos contextos em que a vida pede. A desregulação nasce da soma de uma sensibilidade emocional maior com um ambiente que não acolhe o que a pessoa sente. O que falta são habilidades, e não esforço.
Por isso o tratamento junta duas coisas ao mesmo tempo: acolher e ensinar novas habilidades. O objetivo é uma vida que valha a pena ser vivida, definida pela própria pessoa.
Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), com diagnóstico fechado ou só suspeito
Desregulação emocional, com ou sem diagnóstico: um fenômeno que pode aparecer em diversos diagnósticos, como:
Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)
Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)
Transtorno por Uso de Substância (TUS)
Transtorno Depressivo Maior (TDM)
Transtornos de Ansiedade
Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)
Transtornos Alimentares
Transtorno do Espectro Autista (TEA)
Tratamento completo em DBT:
Terapia individual uma vez por semana
Treinamento de habilidades individual uma vez por semana
Coaching por telefone entre as sessões
Equipe de consultoria de terapeutas
Acesso aos aplicativos de cartão diário e de treinamento de habilidades
6 meses: 48 sessões, podendo ser repetido conforme a necessidade.
ciclo de 24 semanas
Aprender, uma a uma, as habilidades da DBT. A DBT parte do pressuposto de que muitos problemas vêm da falta de habilidades: a pessoa age com o repertório que tem, e o comportamento efetivo só aparece quando a habilidade está nesse repertório. Por isso o foco é ensinar, fortalecer e levar a habilidade para a vida real.
Cada encontro funciona como uma aula: conteúdo ensinado, exercício de prática e tarefa de casa, que podem ser realizados pelo aplicativo disponibilizado por mim. Habilidade se consolida pelo treino e repetição, não por compreensão.
Ciclo de 24 semanas, cerca de 6 meses, com uma hora por semana, individual, presencial em Goiânia ou online. O ciclo sempre começa do início e pode ser repetido conforme a necessidade.
Semanas 1 e 2, orientação e mindfulness. Como o treinamento funciona e as habilidades de mindfulness, que servem de base para todas as outras.
Semanas 3 a 8, tolerância ao mal-estar. Atravessar uma crise sem piorar a situação, e aceitar o que não dá para mudar agora.
Semanas 9 e 10, mindfulness. Uma volta às habilidades de base antes do próximo módulo.
Semanas 11 a 17, regulação emocional. Entender as emoções, diminuir a intensidade e mudar as que não ajudam.
Semanas 18 e 19, mindfulness. De novo a base, antes do último módulo.
Semanas 20 a 24, efetividade interpessoal. Pedir o que precisa e dizer não, cuidando da relação e do respeito próprio.
Encontros semanais de treinamento de habilidades
Acesso ao aplicativo de treinamento de habilidades
Orientação parental
Orientação para pais e responsáveis que convivem com um filho ou uma filha com emoções muito intensas e querem saber como agir em casa. A proposta vem da terapia com adolescentes, com base na DBT, mas o adolescente não participa. Os encontros são feitos com o pai, com a mãe, com os dois ou com outro responsável. Normalmente vêm os dois.
Quem convive com alguém com desregulação emocional pode ter o próprio bem-estar emocional, físico e relacional afetado.
Doze encontros semanais, de 1 hora a 1 hora e meia.
Encontros 1 e 2, acolhimento. Como está quem cuida, os combinados e por que a desregulação acontece.
Encontros 3 a 5, o caminho do meio. Observar antes de reagir, e sair dos extremos: nem permissivo demais, nem rígido demais.
Encontros 6 e 7, validação. Validar o adolescente e a si próprio, sem concordar com tudo nem ceder.
Encontros 8 e 9, mudar comportamentos. Reforço, modelagem e consequências proporcionais.
Encontros 10 e 11, as crises em casa. Tolerar o mal-estar e saber o que fazer quando a crise chega.
Encontro 12, revisão. O que ficou, o plano para seguir em casa e a continuidade.
enfrentam brigas que escalam rápido e terminam mal
não sabem se estão sendo permissivos demais ou rígidos demais
têm medo de não saber o que fazer quando a crise chega em casa
convivem com a imprevisibilidade, com a sensação de “pisar em ovos”
estão em sobrecarga constante
fazem um esforço contínuo para administrar crises, porém sem resultados
estão sem esperanças em relação ao que fazer
Somente online.
sessões semanais de 50 a 60 minutos
O que é. Sessões individuais com os pressupostos e as estratégias da DBT, sem as outras partes do tratamento completo. Por isso é uma terapia informada pela DBT, e não o tratamento em DBT. Serve para quem já tem as habilidades ou faz o treinamento de habilidades em outro lugar.
Para quem é
Transtorno de Personalidade Borderline (TPB), com diagnóstico fechado ou só suspeito
Desregulação emocional, com ou sem diagnóstico: um fenômeno que pode aparecer em diversos diagnósticos, como:
Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)
Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)
Transtorno por Uso de Substância (TUS)
Transtorno Depressivo Maior (TDM)
Transtornos de Ansiedade
Transtorno de Estresse Pós-Traumático (TEPT)
Transtornos Alimentares
Transtorno do Espectro Autista (TEA)
O que é. Terapia comportamental que trabalha com a ideia de que boa parte do sofrimento psicológico vem de ficar preso aos próprios pensamentos e sentimentos, que passam a conduzir o que a pessoa faz. A ACT chama isso de inflexibilidade psicológica. Pensamentos e sentimentos difíceis fazem parte da vida de qualquer pessoa. O que ela pensa e sente importa, mas mais importante ainda é a forma como ela lida com aquilo que pensa e sente. Na ACT, a pessoa aprende a se soltar disso e a lidar de outro jeito com o que pensa e sente, sem que isso comande as suas ações.
O trabalho é abrir espaço para o que é difícil e agir na direção do que de fato importa. O objetivo não é sentir-se bem o tempo todo, e sim desenvolver flexibilidade psicológica: estar presente, abrir-se à experiência e agir a serviço dos valores que a pessoa escolhe.
Para pessoas que:
não conseguem se aproximar daquilo que realmente importa ou realizá-lo
são controladas por pensamentos e sentimentos, e acabam sem fazer o que gostariam de fazer
ficam presas a situações do passado ou a previsões sobre o futuro, o que gera ansiedade
vivem com uma narrativa crítica sobre quem são, se cobram muito e são duras consigo mesmas, com pouco contato com a vida que querem viver
estão em dúvida sobre o rumo a tomar, por exemplo em decisões de carreira, na escolha da faculdade e em outras escolhas de vida
não conseguem largar estratégias que não funcionam, por mais que queiram
O que é. Terapia comportamental que tem como objetivo desenvolver novas respostas no repertório interpessoal da pessoa, usando a relação com o terapeuta como principal mecanismo de mudança. As dificuldades que a pessoa tem nas relações tendem a aparecer também na sessão, e é ali, na hora, que são trabalhadas.
O terapeuta evoca e reforça as melhoras conforme elas surgem, em vez de apenas conversar sobre o problema. O foco é aumentar, ao longo do tempo, esses comportamentos de melhora.
Para pessoas que:
têm dificuldade de se mostrar vulneráveis, de criar vínculos, de dizer o que realmente pensam e de dizer não
se calam, concordam com tudo ou agradam o outro por medo de decepcionar
se afastam das pessoas para evitar a dor de falar, e acabam isoladas
sentem vergonha e culpa nas relações, como se fossem um fardo
repetem nas relações padrões que machucam, como críticas duras ou rompimento do contato
desejam desfrutar de relações íntimas e significativas
Presencial em Goiânia ou online.
em qualquer terapia
Para quem traz a vivência LGBT+, ofereço um espaço seguro para elaborar sofrimentos, fortalecer a identidade e construir relações mais autênticas.
É um olhar que vale em qualquer terapia. Parte do princípio de que o sofrimento vem da homofobia, e não de ser LGBT+. Quem cresce numa cultura homofóbica pode desenvolver um trauma prolongado, com dificuldade de regular as emoções.
sentem vergonha e autocrítica ligadas à identidade
escondem quem são e se censuram
se isolam
têm dificuldade de buscar apoio
recorrem a compulsões, uso de substâncias ou outros comportamentos para aliviar o sofrimento
têm dificuldade de confiar nos outros e de manter relacionamentos
têm dificuldade de integrar afeto e sexualidade na mesma relação
têm expectativa constante de rejeição
ficam hipervigilantes ao julgamento dos outros
Presencial em Goiânia ou online.